A central de insights do seu ambiente
Monitoração preditiva multi-engine que liga o alarme à causa, aponta o que vem pela frente e escreve o diagnóstico da madrugada em linguagem de gente, não em log cru.
FuruFlow
Alerta sem contexto é só barulho
Não basta avisar que ficou lento. O FuruFlow entrega o alarme já correlacionado com a causa: qual banco, qual evento de espera e qual SQL está por trás da contenção. Ele não para no sintoma, vai até o SQL que originou o problema.
Ele não te entrega o número, entrega a leitura do seu ambiente
O ambiente avisa. A gente escuta.
Quase nada quebra sem avisar. Muda um plano de execução, um filesystem cresce fora do ritmo, um backup encurta sozinho. A plataforma marca a mudança no dia em que ela acontece, não no dia em que ela derruba a aplicação.
Ele aponta o dia exato em que o comportamento mudou
O FuruFlow aprende o padrão de cada métrica e marca o instante da quebra. Na tela abaixo, o uso caiu de 79,3% para 64,8% num único dia e voltou a subir em ritmo constante desde então, com a causa provável já inferida no topo.
E aqui está o que separa isto de bola de cristal: toda previsão é conferida contra o que realmente aconteceu. Padrão que acerta ganha confiança, padrão que erra perde pontuação e se aposenta sozinho. O painel mostra a acurácia real, o tal “confirmou X de Y vezes”, então você sabe exatamente o quanto pode confiar em cada aviso. Auto-aprendizagem de verdade.
Quantos dias faltam até acabar o espaço
Cada tablespace, disco e diskgroup com a ocupação de hoje, o ritmo de crescimento por mês e a data em que estoura. Ninguém precisa lembrar de olhar: a marcação vermelha aparece sozinha quando o prazo aperta.
É a diferença entre ampliar o datafile numa terça de manhã e ampliar às 3h de um domingo com a aplicação parada.
- Projeção por recurso, com data e dias restantes
- Crescimento do schema e da tabela acompanhados dia a dia
- Entra no relatório executivo do mês, junto do plano de ação
E dá para descer até o último nível: schema por schema e tabela por tabela, com a divisão entre dados e índice, fragmentação, número estimado de linhas e o histórico de tamanho no período.
O pico é recortado, medido e explicado
Quando a atividade sai do padrão, o FuruFlow isola a janela exata, mede quantas vezes ela passou do normal e abre os eventos de espera que sustentaram o pico, com o SQL responsável no fim da linha. Ao lado, a árvore de bloqueios mostra a cadeia inteira: quem travou, quem ficou esperando e há quanto tempo.
É a diferença entre reiniciar no escuro e resolver a sessão certa.
- A janela do pico isolada e medida contra o comportamento normal
- Correlação automática do alarme até o SQL que causou
- Menos tempo de guerra, mais tempo de causa raiz
Para prever, primeiro é preciso enxergar tudo
Insight não nasce de gráfico bonito, nasce de histórico. A coleta põe servidor e banco na mesma linha do tempo: Oracle (RAC, CDB/PDB, ExaCS, Data Guard), SQL Server, PostgreSQL, MySQL/MariaDB, MongoDB e os gerenciados da AWS (RDS, Aurora, DocumentDB e DynamoDB), no seu datacenter ou na nuvem, com PROD e NON-PROD sempre separados.
Do processador ao processo, sem trocar de aba
CPU, memória, disco, carga, rede, uptime e kernel de cada servidor, atualizados enquanto você olha. É a camada que quase sempre explica a lentidão que apareceu no banco, e aqui ela fica ao lado do banco, não em outra ferramenta.
Sessões ativas contra o limite de CPU, minuto a minuto
A carga real do banco por classe de espera, com a linha do limite de CPU sempre à vista. Quando a área verde encosta na linha vermelha, a fila já começou, e o time já sabe.
- Divisão por classe de espera: CPU, User I/O, Cluster, Commit, Concurrency
- Os SQL em execução ranqueados por participação na atividade
- Da janela de 5 minutos aos 7 dias, no mesmo gráfico
O estado do ambiente inteiro, numa olhada só
Quando o dia começa, a primeira pergunta é sempre a mesma: está tudo de pé? A resposta vem em números fechados, e o que está por trás de cada um deles fica a um clique.
Todos os backups do ambiente, em uma tela só
Quanto foi gerado por dia, separado em full, incremental e archivelog. Quanto tempo cada janela levou. Quantos rodaram e quantos falharam. Tudo no mesmo lugar, sem abrir o console de cada engine e sem depender do e-mail de resultado que ninguém lê.
- Volume diário separado por modalidade
- Duração de cada janela, dia após dia
- Qualquer dia pode ser aberto para ver o detalhe
- Fechamento do período com volume total e taxa de sucesso
Quanto foi gerado. Cada barra é um dia, dividida entre full, incremental e archivelog. Dá para ver de olho quando o full rodou, quando o dia foi mais leve e quando alguma coisa fugiu do ritmo.
Quanto tempo levou. A duração de cada janela na mesma linha do tempo, full e archivelog separados, para a conversa sobre janela de backup parar de ser no chute.
E o dia por dentro. Clicando em qualquer barra, o dia se abre: quantos backups rodaram, o volume de cada modalidade e a duração de cada uma.
O estado de agora. Cada modalidade com o último horário, o tamanho, a duração e o resultado, conferidos contra a política combinada: RMAN, pgBackRest, SQL Agent ou Event Scheduler, cada um no seu idioma.
E o fechamento do período, que responde a pergunta que interessa: quanto foi gravado ao todo e quantos backups terminaram sem falha.
Hosts, SLA, tempo de resolução e o que insiste em voltar
Hosts no ar, alertas ativos agora, quantos foram resolvidos no período, SLA, tempo médio de resolução e quantos alarmes são reincidentes. Você bate o olho antes do café e já sabe se o dia começa tranquilo.
O calendário pinta a temperatura de cada um dos últimos 30 dias e a lista ao lado entrega os alarmes que mais se repetem, exatamente os que merecem correção definitiva em vez de tratamento diário.
Todo dia, seu ambiente amanhece analisado
Um agente de IA lê a noite inteira de métricas e fecha uma edição sobre o dia anterior. O gestor entende em dois minutos, o especialista já sabe onde olhar primeiro. E a parte que importa para a confiança: a IA não inventa número. Cada dado do texto vem de uma consulta real ao ambiente e, quando não há evidência para uma conclusão, ela escreve “requer investigação” em vez de chutar. É análise de DBA especialista, checada contra os dados, todo dia.
Um jornal diário sobre o seu ambiente, escrito de madrugada
A capa dá o tom logo de cara: dia calmo ou dia movimentado. Em seguida vem o ritmo do dia, hora a hora, com o pico destacado e a linha do que era esperado por trás, para você ver na hora se o dia fugiu do padrão ou só repetiu a rotina.
E o jornal não para no gráfico: cada host ganha o seu parágrafo, com o dia mais pesado, o mais leve, a janela ociosa e o que aquilo significa na prática. Até a réplica de contingência, que só trabalha de madrugada, tem a sua leitura.
Uma editoria só para o que não pode virar manchete
Cada risco vira uma matéria escrita em texto corrido: o que aconteceu, com que frequência, em qual janela, o que já foi descartado como causa e o que ainda falta confirmar. Sem código de erro solto, sem tabela que ninguém lê. E existe editoria para o que deu certo também: a coluna de boas notícias reúne o que se manteve saudável no período.
- Escrito por IA em português claro, revisado por quem vive banco de dados
- Boa notícia e má notícia separadas na mesma matéria, sem maquiagem
- Chega antes do primeiro café, todo dia, inclusive fim de semana
O que sobe para a diretoria
Nem todo mundo quer abrir painel. Por isso o FuruFlow também entrega o resultado no formato que a reunião de resultado pede: relatório executivo mensal em PDF, compilando um mês inteiro de dados em páginas que qualquer gestor lê.
Um mês inteiro de dados em três partes
Relatório bom não é só lista de problema. O do FuruFlow vem em três partes: o ambiente em números, o que está funcionando bem e o que merece atenção, cada achado com o tamanho do risco e a ação sugerida. A diretoria enxerga valor, o time enxerga prioridade.
Custo de nuvem sob vigilância automática
O FuruFlow varre o ambiente AWS atrás de dinheiro parado: instância superdimensionada, memória folgada, vCPU ocioso, storage provisionado além do uso. Cada oportunidade vira uma linha priorizada, o TOP 5 do que economizar primeiro, com o quanto está em jogo.
- Oportunidades de economia ranqueadas por impacto
- vCPU, memória e storage confrontados com o uso real
- Entra no relatório do mês, ao lado do capacity planning
No painel, cada achado vira um cartão com a recomendação já dimensionada: quantas vCPUs devolver, para qual classe de máquina descer, quantos dias faltam até a memória apertar.
O que perguntam sobre o FuruFlow
Preciso trocar o monitoramento que já tenho?
Não. O FuruFlow coleta por agentes leves (Telegraf e sql_exporter) no próprio host e roda em paralelo ao que você já tem. Ele soma uma camada de inteligência sobre o banco de dados, não substitui a sua stack de monitoração.
Quais bancos e nuvens vocês monitoram?
Oracle (de 11g a 23ai, com RAC, CDB/PDB, ExaCS e Data Guard), SQL Server, PostgreSQL, MySQL/MariaDB e MongoDB, no seu datacenter ou na nuvem. Para AWS, lê os gerenciados direto do CloudWatch: RDS, Aurora, DocumentDB e DynamoDB.
A coleta é invasiva? Vocês veem meus dados?
A coleta é somente leitura e roda no seu host: o FuruFlow lê métricas de operação (sessões, esperas, tamanho, backup), não o conteúdo das suas tabelas. Cada cliente fica isolado e, como você vê nesta página, identificador sensível não precisa sair do ambiente.
Essa IA inventa diagnóstico?
Não. É a regra número um do produto: cada número do texto vem de uma consulta real ao seu ambiente. Quando não há evidência, o agente escreve “requer investigação” em vez de chutar. É o oposto de um chatbot genérico.
Como funciona a previsão? É chute?
O sistema aprende o que é normal para cada hora e dia, projeta a tendência com estatística robusta e valida cada previsão contra o que realmente aconteceu. O que acerta ganha confiança, o que para de acontecer se aposenta sozinho. O painel mostra a acurácia real: você confia com base em histórico, não em promessa.
O FuruFlow substitui o DBA?
Não. Ele arma o DBA. Entrega o briefing pronto, a causa provável e o prazo, para o time gastar tempo com decisão e não com garimpo. Quem resolve continua sendo gente.
Quanto tempo leva para subir num cliente novo?
A coleta é por collectors leves, sem agente pesado. Sobe engine por engine, com PROD e NON-PROD separados desde o primeiro dia. Fale com a gente que a equipe de sustentação conduz o onboarding.
Veja o FuruFlow com os seus dados
Uma demonstração com o seu ambiente vale mais que qualquer print. Em uma conversa a gente conecta um recorte, mostra o diagnóstico da sua madrugada e você decide.